sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Até Calvino Era Contra a "Expiação Limitada", Hoje Ele Não Seria Aceito Pelos Calvinistas, pelos TULIP!

Beza, após a morte do seu mestre João Calvino, desenvolveu-se a doutrina da “expiação limitada”, contrária ao que Calvino cria. Expiação limitada significa dizer que Cristo não morreu por todos os homens, mas somente pelos eleitos, como que complementando os outros pontos de Calvino. Para sustentar esta teologia de Beza, Edwin Palmer sugeriu que a palavra “todos não são todos”.
Ora, Calvino em seu comentário sobre Gálatas escreveu: “Não é pouca coisa ver perecendo as almas que foram compradas pelo sangue de Cristo”!! “E a primeira coisa em que devemos prestar atenção é que, enquanto estamos sem Cristo e separados dele, nada do que ele sofreu e fez pela salvação do gênero humano é de beneficio para nós”!!!   Calvino também cria que Cristo morreu por “todos”, mas a morte d’Ele só tem efeito salvador na vida do individuo se n’Ele crê. Ainda, para dar sustentação a este argumento da limitação, ensinam que Deus ama somente os eleitos, mas odeia todos os demais. Desprezam o fato de que DEUS é amor, e o escrito de João 3:16. Semelhante ao deus do Alcorão que NÃO AMA os não crentes, quem pratica o mal, o orgulhoso, os transgressores, os pródigos, os traidores, deus é inimigo dos não crentes. Todas as pessoas sobre as quais a Bíblia diz que Deus as amou tanto que ele enviou seu Filho para morrer por eles. Assim na concepção islâmica, Deus não é todo-amoroso. Seu amor é parcial e precisa ser merecido. Assim como o Alá do Alcorão, o Deus dos pseudos-calvinistas odeia os não eleitos da mesma forma que “odiou” a Esaú. A crença na expiação limitada nunca surgiu através de um exame detido das Escrituras, razão pela qual eles não possuem quase nenhuma fonte de apoio acerca disso, exceto alguns versículos que nem de longe favorecem a visão limitada da expiação. Se a expiação limitada é verdadeira, ela passou despercebida pela Bíblia, por todos os Pais da igreja, por Lutero e até pelo próprio Calvino. Até que Beza, sucessor de Calvino, percebeu que limitar a extensão da expiação era totalmente necessário para dar sentido e ligação às demais crenças com nome de calvinistas. Foi um trabalho árduo o arranjo e explicações de textos que claramente apontam para a expiação universal, mas infelizmente, foi onde eles tiveram que chegar para assumir as consequências de uma doutrina que começa errada, e que termina pior ainda. Deveriam ser chamados: Bezaitas, e reconhecidos como pseudo calvinistas. Como resultado das interpretações maliciosas e manipuladas, o “mundo” não é mundo, o “todos” não é todos, o “querer” não é querer, o “redimir” não é redimir, o “destruir” não é destruir e a palavra alguns” que poderia ser usada, não existia no vocabulário de Paulo, e de outros escritores inspirados pelo Espírito Santo.  (considerações e textos extraídos do estudo Expiação: limitada ou ilimitada? da CACP)
Boletim 19.02.2017 da
Igreja Batista Conservadora E Fundamentalista
em Jardim Das Rosas, Pr. Sérgio Ackel
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Hélio de Menezes Silva.