sábado, 28 de janeiro de 2017

ACF - 2007 . . [Módulo para MySword Bible] . . . download






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Leia a Bíblia Sagrada para ser sábio, creia nela para estar seguro e pratique-a para ser santo.
Ela é a Luz para dirigí-lo, alimento para sustentá-lo, e consolo para animá-lo.
É o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a búsula do piloto, a espada do soldado, e o guia do cristão.

Cristo é o seu grande tema, nosso bem o seu intento, e a glória de Deus a sua finalidade.
Deve encher a mente, governar o coração e guiar os pés. Leia-a lenta e frequentemente e em oração.
É uma mina de riqueza, um paraíso de glória e um rio de prazer.
Ela envolve a mais alta responsabilidade, recompensará o mais árduo labor e condenará a todos quantos menosprezam seu sagrado conteúdo. (Texto extraído do "prefácio" do NT distribuído gratuitamente pelos Gideões Internacionais - SBTB)

Poesia: Minha Bíblia e eu


Sempre temos viajado - minha amada Bíblia e eu -
Uma e outra, lado a lado, para chegarmos ao Céu.
Nos dias de tempestade e nos de um sol espargido,
a Palavra da Verdade traz conforto garantido.
Fiz desta a minha canção: “Não temas, estou contigo!”
És meu consolo e razão, caminho reto que eu sigo.
Se enfrento qualquer problema em minha alma combalida,
tu resolves o dilema, curando a minha ferida.
Quando chega a tentação e livrar-me não consigo,
eu sempre te tenho à mão porque tu és meu abrigo.
Segurança, noite e dia, meu tesouro e meu socorro;
minha forte moradia para onde eu sempre corro!
À sombra da Rocha eterna, Tu, o VERBO encadernado,
és a possante lanterna na trilha do extraviado.
Minha Bíblia e eu, sozinhas, contra o Diabo e seus anjos
lutamos, sempre juntinhas, sem temer os desarranjos.
Quando ao Senhor se apresenta
derrota este experimenta, a partir da rude cruz!
Tu és do Espírito a Espada, que nos corta e desafia,
armadura mui sagrada e sem qualquer liturgia.
A meu lado sempre estás, com tuas promessas raras;
afugentas Satanás e as feridas me saras.
Ninguém vai nos separar, na alegria ou na dor;
nem quando a vista falhar em meu inverno sem cor.
Vendo a velhice chegar,
meu aurífero farol, perto de ti quero estar,
porque tu és o meu sol. Tu foste, desde o passado,
meu inamovível Norte; contra as trevas do pecado,
meu dourado passaporte. De minha alma és o suporte
que jamais há de faltar. Na hora de minha morte,
tu não vais me abandonar!

Mary Schultze, [3.12.12]